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Aéreas criticam cálculo da Petrobras para querosene

O diretor-presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA), José Márcio Monsão Mollo, criticou nesta quarta-feira a forma como a Petrobras estabelece o preço do Querosene de Aviação (QAV) no Brasil, que, segundo ele, é o mais caro do mundo.

SILVANA MAUTONE, Agencia Estado

13 de junho de 2012 | 10h51

"Apesar de 80% do querosene de aviação ser produzido pela própria Petrobras, localmente, o preço é estabelecido como se ele fosse 100% importado, incluindo custo de frete e de nacionalização", disse Mollo durante seminário sobre transporte aéreo realizado nesta quarta-feira pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). "Isso é uma caixa preta que a Petrobras não abre de forma alguma". Ainda de acordo com o executivo do SNEA, os 20% restantes são importados da região do Caribe e abastecem as regiões Norte e Nordeste do Brasil.

As despesas com combustíveis representam mais de 30% dos custos totais das companhias aéreas. Segundo Mollo, ao longo de 2011, o preço do QAV no Brasil subiu 33,55% e, neste ano, até maio, a alta acumulada é de 9,19%. A Petrobras reajusta mensalmente o preço do querosene de aviação.

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