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Aéreas querem proposta de subsídio do governo, diz Abear

Governo e companhias aéreas chegaram a um acordo em relação à fórmula do subsídio que será criado para viabilizar o Plano Nacional de Aviação Regional. A proposta vincula o benefício ao querosene de aviação (QAV) e ainda recebe os últimos detalhes da iniciativa privada até segunda-feira, 14, quando será devolvida para o governo e, então, virar um projeto de lei. As informações foram dadas pelo secretário-executivo da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Guilherme Ramalho, e pelo presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz.

WLADIMIR D'ANDRADE, Agencia Estado

11 de abril de 2014 | 12h36

"A proposta está em fase final de formatação", disse Ramalho. "Haverá uma nova reunião na semana que vem, aí então serão dados os detalhes", afirmou. Ele confirmou a ideia de que o programa de subsídios será atrelado ao preço do combustível para a aviação, item responsável por cerca de 40% dos custos das companhias no Brasil. "A ideia é que o subsídio seja vinculado ao combustível e que permita uma redução de preços que possam competir com as passagens de ônibus", disse.

A expectativa deles é de que o plano passe a vigorar no final do ano. "Na semana retrasada foi aprovada a fórmula de como vai ser implantado esse processo, e nós aceitamos", disse Sanovicz. De acordo com o representante das empresas aéreas, a proposta deve virar um projeto de lei no final deste mês ou início de maio.

Sanovicz afirmou que as companhias aéreas estão satisfeitas com o debate com o governo federal sobre o tema e afirmou que o projeto deve aumentar o número de clientes para o setor. "Estamos satisfeitos com a qualidade do debate com o governo federal, porque ele é transparente e porque temos a oportunidade de explicitar nosso ponto de vista e colocar a nossa agenda, mesmo que nem tudo seja aprovado", disse o presidente da Abear.

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