Werther Santana/Estadão
Werther Santana/Estadão

Affonso Celso Pastore, José Roberto Mendonça de Barros e Marcos Lisboa discutem a economia nacional

Evento, transmitido às 10h pelo 'Estadão', faz parte do lançamento do livro 'Erros do Passado, Soluções para o Futuro', escrito por Affonso Celso Pastore

Redação, O Estado de S.Paulo

07 de outubro de 2021 | 05h00
Atualizado 07 de outubro de 2021 | 12h55

Os economistas Affonso Celso Pastore, José Roberto Mendonça de Barros e Marcos Lisboa participam nesta quinta-feira, a partir das 10 horas, de um debate sobre a economia brasileira, que será transmitido ao vivo nas redes do Estadão. O evento, que terá a mediação do jornalista Fernando Dantas, faz parte do lançamento do livro Erros do Passado, Soluções para o Futuro: a Herança das Políticas Econômicas do Século XX, escrito por Pastore, ex-presidente do Banco Central e colunista do Estadão

Segundo Pastore, o impulso para escrever um livro reunindo as notas acumuladas ao longo de mais de 50 anos como professor, integrante de governo, consultor e analista da cena política e econômica do País veio quando ele completou 80 anos, há dois anos. A obra – que está sendo lançada pela Portfolio-Penguin, da Editora Schwarcz, com prefácio de Lisboa – faz uma incursão pela história para saber o que levou o Brasil a entrar numa fase de estagnação a partir dos anos 80.

 


“Desde o final da 2.ª Guerra até os anos 80, o Brasil teve taxas de crescimento muito fortes, 7,5% ao ano, talvez, em média. Foram 30 anos de crescimento forte. Um período de grande transformação estrutural da economia, com aumento da industrialização. O Brasil deixou de ser um País eminentemente agrícola, urbanizou-se. Tinha uma renda per capita superior à da China, da Coreia, e vinha se aproximando da dos Estados Unidos”, lembra o economista.

“A partir dos anos 80, reduzimos enormemente o crescimento. Nos afastamos da renda per capita dos Estados Unidos e fomos superados por vários outros países. Entramos numa fase de estagnação”, acrescenta.

Segundo ele, a motivação para o livro, nesse contexto, é simples: saber o que o País fez de errado nesse período e que o levou a isso. 

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