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AIE reduz previsão de aumento da demanda por petróleo

A Agência Internacional de Energia (AIE) destacou hoje "elevados" riscos que podem atingir o mercado de petróleo e reduziu sua previsão para o crescimento da demanda pela commodity em 2014. A recente anexação da Crimeia pela Rússia e a menor produção do petróleo contribuíram para a revisão da projeção.

AE, Agencia Estado

11 de abril de 2014 | 08h08

A projeção da agência para o crescimento da demanda global foi cortada em 100 mil barris por dia, para 1,3 milhão de barris por dia, refletindo a piora da previsão para o crescimento da demanda pela commodity na Rússia. Ainda assim, a previsão para a demanda mundial permaneceu praticamente inalterada, em 92,7 milhões de barris por dia.

Em seu relatório mensal, a AIE cortou sua previsão para a demanda pelo petróleo da Rússia em 55 mil barris por dia, refletindo a incorporação da Crimeia por Moscou e cortes de projeções para o crescimento russo pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pelo Banco Mundial.

"Outras sanções econômicas e a pressão sobre a economia da Rússia poderão reduzir a demanda por petróleo do país em mais 150 mil barris por dia ainda em 2014", sinalizou a AIE.

Além disso, a AIE reduziu suas expectativas para o aumento da oferta de petróleo de países que não pertencem à Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) em 250 mil barris por dia, para 1,5 milhão de barris por dia, em grande parte como resultado do declínio da produção em campos de petróleo na Rússia e de uma perspectiva pessimista para o campo de petróleo de Kashagan, no Casaquistão.

Essa revisão fez a AIE elevar em 300 mil sua projeção do aumento da demanda por petróleo dos países da Opep.

De acordo com a AIE, a produção de petróleo da Arábia Saudita caiu em 285 mil barris por dia, para 9,57 milhões de barris por dia no mês passado, o menor nível em quase um ano. No mesmo sentido, a produção da commodity na Líbia permanece afetada em função dos impasses políticas e pela demora na reabertura dos terminais de exportação na Líbia. Fonte: Dow Jones Newswires.

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