Nacho Doce/Reuters
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Ainda sob efeito da pandemia, demanda por voos no Brasil recua 55,2% em setembro

Segundo a Anac, 3 milhões de pessoas voaram dentro do País no mês passado, 850 mil a mais que em agosto; mercado internacional ainda registra retração de 90,7%

Cristian Favaro, O Estado de S.Paulo

22 de outubro de 2020 | 09h48

A demanda por voos no mercado doméstico brasileiro apresentou queda de 55,2% em setembro na comparação com o mesmo mês de 2019, segundo relatório mensla da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)Apesar do recuo, setembro continuou a tendência de recuperação mês a mês do setor, depois do pior da crise, em abril, quando a queda na demanda (RPK, medida em passageiros quilômetros pagos) por voos domésticos foi de 93,1%. No relatório anterior, de agosto, a retração havia sido de 67,5% no ano. 

A oferta de assentos (ASK, calculada em assentos/quilômetros ofertados) nos voos domésticos apresentou queda de 54,5% em setembro. E o volume de carga transportada recuou 24,3%, para 27,324 mil toneladas.

A ocupação das aeronaves foi de 80,4%, queda de 1,6% em setembro na comparação anual, mas avançou na comparação com o mês imediatamente anterior, quando ficou em 75,8%.

Em número de passageiros, foram transportados 3,050 milhões de pessoas, queda de 60,9% na comparação anual. Mesmo assim, a agência destacou que o total representa um aumento de 850 mil passageiros em relação ao que foi registrado no mês anterior, quando foram embarcadas 2,2 milhões de pessoas. No acumulado do ano, o transporte aéreo brasileiro acumula retração de 56% no número de passageiros em relação ao mesmo período de 2019.

No que se refere à participação das companhias no mercado doméstico total, a Latam se recuperou e respondeu em setembro por uma fatia de 33,7% (medida pelo total de passageiros pagos) - em agosto, a aérea respondeu por 28,2% do total. Com isso, no mês passado a Azul ficou em 27,4% e a Gol, com 38,5% do mercado doméstico.

Apesar da recuperação nos voos dentro do Brasil, o cenário internacional ainda é desafiador. A demanda apresentou queda de 90,7% em setembro na comparação anual, 1,4 ponto porcentual melhor que o resultado de agosto.

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