Felipe Rau/Estadão
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Alckmin prevê reorganização da Sabesp no começo de 2018; Cesp ainda depende de Temer

A ideia é pulverizar 49% do capital da companhia de saneamento e deixar 51% sob a tutela do governo paulista

Denise Luna, O Estado de S.Paulo

21 de novembro de 2017 | 15h05

RIO DE JANEIRO - O governador de São Paulo e pré-candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin, disse que aguarda apenas a definição do governo federal sobre o prazo de concessão para privatizar a Companhia Energética de São Paulo (Cesp). Já a reorganização da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) depende somente do governo estadual e irá ocorrer no início de 2018. A ideia, segundo o governador, é que o governo fique com 51% da holding que controlará a Sabesp. Já a Cesp será totalmente privatizada, também em leilão, e o novo dono poderá ganhar prazo de mais 20 anos para exploração do ativo.

"São modelos distintos. A Sabesp estamos estudando criar uma holding e colocar as ações no mercado, e ter subsidiárias integrais, com governo mantendo o controle. A Cesp vamos fazer privatização", explicou a jornalistas, após participar de evento promovido pelo jornal O Globo. "É tudo para o começo do ano que vem", completou.

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No debate, Alckmin afirmou que tem intenção de reduzir o tamanho do Estado na economia e ressaltou a péssima situação fiscal que o Brasil vive hoje.

"O Brasil é um dos países mais injustos do mundo, da maneira como arrecada e da maneira como devolve os recursos", afirmou, lembrando que quando o PSDB foi governo "privatizamos tudo, só não privatizamos o que não tinha comprador". 

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