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Álcool e gasolina ficam mais baratos na capital paulista

Segundo o levantamento, a variação negativa foi de 18,94%, passando de R$ 1,098, na semana de 10 a 16 de junho, para R$ 0,890 na semana de 08 a 14 de julho

Amanda Valeri, da Agência Estado,

17 de julho de 2007 | 16h35

O motorista da capital paulista está pagando menos para encher o tanque do carro, de acordo com a pesquisa de preços da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), feita nas últimas semanas em São Paulo. O preço mínimo do álcool foi o que mais sofreu queda na segunda semana de julho se comparado com o preço registrado na segunda semana de junho. Segundo o levantamento, a variação negativa foi de 18,94%, passando de R$ 1,098, na semana de 10 a 16 de junho, para R$ 0,890 na semana de 08 a 14 de julho. Veja também:  Veja o que é mais vantajoso: álcool ou gasolina   O preço médio do álcool, no mesmo período, também sofreu redução - passou de R$ 1,326 para R$ 1,241, o que representa uma queda de 6,41% no preço nas bombas da capital paulista. O valor máximo do combustível também registrou uma leve diminuição. A pesquisa da ANP mostrou que na semana de 10 a 16 de junho, o preço era de R$ 1,699, enquanto na semana de 08 a 14 de julho, o preço havia caído para R$ 1,599.   De acordo com o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo (Sincopetro), as distribuidoras já tinham repassado a redução do preço do combustível, mas ainda ela não tinha chego às bombas. "Finalmente a redução chegou ao consumidor", resumiu o presidente do Sincopetro, José Alberto Gouveia. "Estamos torcendo para segurar esse movimento até agosto, período de entressafra."   Entretanto, Gouveia alerta que esse movimento de redução já chegou ao "fundo do poço" e reflexo disso é o ligeiro aumento do preço do álcool hidratado - utilizado no abastecimento de veículos - nas usinas observado na semana passada.   Segundo o levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), o litro do hidratado passou de R$ 0,57801 para R$ 0,58224, na última semana. A pesquisadora do Cepea, Ivelise Rasera Bragatto, aponta que a leve alta no preço do hidratado ocorreu por negociações pontuais no volume do combustível.   A gasolina também acompanhou o movimento de queda, porém de uma forma mais tímida. O levantamento da ANP mostrou que o preço do litro do combustível apresentou uma retração de 0,66%. Na semana de 10 a 16 de junho, o preço estava em R$ 2,426 e na semana de 08 a 14 de julho, as bombas registraram R$ 2,410 o litro. Esse pequeno recuo é a conseqüência do aumento de 23% para 25% da concentração de álcool anidro na mistura da gasolina, em vigor desde o dia 1º de julho.   A pesquisadora da Cepea ressalta que apesar do aumento da concentração do o álcool anidro na mistura, o preço desse combustível segue praticamente o mesmo nas últimas semanas e, por isso, a redução do preço da gasolina não foi tão significativa.

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