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Além do desconto, disputa também atrai consumidores

O professor da pós-graduação em marketing digital da Escola Superior de Marketing e Propaganda (ESPM), Pedro Waengertner, acredita que os leilões de centavos têm espaço para crescer no Brasil, mas continuarão sendo menos populares que os sites de compra coletiva. "Nos dois modelos, o consumidor é atraído pela percepção de que terá um grande ganho na hora da compra", explica. "A diferença é que, nos leilões, o desconto não é garantido, porque a pessoa disputa o produto com outros internautas."

, O Estado de S.Paulo

21 de dezembro de 2010 | 00h00

Os leilões de centavos, em contrapartida, têm a seu favor um componente de "game", que também atrai internautas. Mas é preciso ter tempo e persistência para "jogar". Há registros de leilões que duraram mais de 48 horas.

Uma das críticas aos sites de leilão por um centavo nos países em que ele já existe relaciona a dinâmica das promoções com jogos de azar. Willker Soares, de 23 anos, diretor do Mukirana.com, de Teresina, garante que os leilões são regidos por estratégia e não apenas por sorte. "Há uma disputa, mas não é um jogo."

É preciso cautela na hora de participar desses sites porque, ao contrário dos leilões tradicionais, os lances têm um preço e o produto pode sair mais caro do que o valor do arremate.

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