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Alemanha dará garantia, mas não assumirá parte da Opel

A chanceler alemã, Angela Merkel, confirmou que o governo está disposto a fornecer garantias financeiras para ajudar a montadora de veículos europeia Opel, controlada pela General Motors, mas não irá assumir parte da montadora. "O Estado nunca foi um empreendedor particularmente feliz", afirmou durante visita à principal fábrica da Opel, em Ruesselsheim, na Alemanha.

ANA CONCEIÇÃO, Agencia Estado

31 de março de 2009 | 11h35

Merkel disse que irá estabelecer uma força-tarefa nos próximos dias com representantes dos governos federal e estaduais, da empresa, de bancos e do governo dos EUA, para definir o futuro da empresa. A Opel e sua marca britânica Vauxhall precisam de 3,3 bilhões de euros para continuarem à tona, enquanto a GM luta para conseguir mais recursos do governo norte-americano.

A chanceler disse que o governo dos EUA tem "uma vontade firme" de apoiar um plano sustentável para o futuro da GM e prometeu que irá "trabalhar com paixão" nas próximas semanas para ajudar a criar uma estratégia viável para as operações da companhia na Europa. Países europeus em que a GM tem fábricas temem que as medidas de reestruturação possam cortar milhares de empregos não só nas unidades da companhia, mas em revendedores e fornecedores. A Opel, maior marca europeia da GM, emprega 26 mil pessoas apenas na Alemanha.

Merkel acredita que as negociações da operação de salvamento da Opel serão duras. "Precisamos de uma contribuição da GM, mas ela também precisa de uma Opel forte", disse a chanceler, referindo-se à experiência da montadora alemã na fabricação de carros menores e mais eficientes. Encontrar um investidor para a Opel, reiterou Merkel, é crucial. As informações são da Dow Jones.

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