Alemanha diz que sanções russas e Ucrânia provavelmente contribuíram para contração no 2º tri

A surpreendente contração da economia alemã no segundo trimestre deveu-se provavelmente às sanções russas e ao desgaste da confiança pela crise ucraniana, além da comparação com um primeiro trimestre forte, afirmou nesta sexta-feira o Ministério das Finanças.

REUTERS

22 de agosto de 2014 | 07h27

A maior economia da Europa encolheu 0,2 por cento entre abril e junho após crescer 0,7 por cento no primeiro trimestre graças a um inverno ameno, o que é incomum e impulsionou a atividade de construção no início do ano.

"A queda no Produto Interno Bruto (PIB) vai além do contra-efeito esperado da performance bastante forte relacionada ao clima no trimestre anterior", disse o Ministério das Finanças em seu relatório mensal.

"Isso provavelmente está relacionado ao efeito das sanções e efeitos negativos sobre a confiança devido à crise da Ucrânia", completou.

O ministério disse ainda que "outras tensões geopolíticas" e "acontecimentos econômicos mais fracos na zona do euro" também contribuíram para a contração, mas que a tendência econômica geral permanece positiva.

(Reportagem de Michelle Martin)

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