Alemanha: plano de gastos é 'realista, mas ambicioso'

O ministro de Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble, disse nesta quinta-feira que o plano do próximo governo de coalizão de ampliar os gastos em 23 bilhões de euros (US$ 31 bilhões), sem elevar impostos ou tomar novos empréstimos, é "realista, mas ambicioso", já que será financiado por superávits orçamentários.

Agencia Estado

28 de novembro de 2013 | 10h25

"As medidas prioritárias deste período legislativo, os quatro próximos anos, deverão custar 23 bilhões de euros e temos margem para isso, se formos reservados como sempre fomos no planejamento financeiro, porque trabalhamos cautelosamente", disse Schäuble, em entrevista à rádio Deutschlandfunk.

Ontem, os dois blocos políticos dominantes na Alemanha fecharam um acordo para formar um novo governo sob o comando da chanceler Angela Merkel. Pelo que foi acertado, a coalizão deverá fazer novos gastos bilionários em previdência, educação e infraestrutura.

O pacto, no entanto, ainda depende de uma consulta a filiados do Partido Social-Democrata (SPD, na sigla em alemão), que provavelmente ocorrerá em dezembro. Fonte: Dow Jones Newswires.

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