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Alencar nega intervenção na Vasp

O presidente da República em exercício e Ministro da Defesa, José Alencar, negou hoje ao Sindicato Nacional dos Aeroviários o pedido de intervenção na Vasp e afirmou que a empresa terá que se ajustar à nova Lei de Falências. A declaração foi feita pela presidente do sindicato, Graziela Baggio, após manter dois encontros hoje com Alencar.Destas reuniões participaram, também, o comandante da Aeronáutica, Luiz Carlos Bueno, e o diretor do Departamento de Aviação Civil (DAC), brigadeiro Jorge Godinho. A sindicalista disse que foi pedido, ainda, ao presidente em exercício, que as empresas aéreas que continuam em atividade dêem prioridade para os funcionários da Vasp na contratação de pessoal.Segundo ela, Alencar comprometeu-se a conversar com os empresários do setor e, também, a marcar uma audiência com o ministro da Previdência Social, Amir Lando, para discutir a liquidação do fundo de pensão Aeros, da Vasp.Intervenção e falênciaBaggio se disse frustrada com a decisão do governo de não intervir na Vasp, pois considerava esta a melhor solução para encontrar uma saída para a empresa. A outra, no entender dela, poderia ser a decretação da falência da empresa, ainda dentro da legislação em vigor, já que a nova Lei de Falências só entrará em vigor dentro de 4 meses.Segundo Baggio, o atual controlador da companhia, Wagner Canhedo, não tem credibilidade para negociar uma solução de mercado para a Vasp, e a própria falência foi negada pela Justiça de São Paulo, pois o juiz entendeu que, antes da falência, teria que ocorrer a intervenção.

Agencia Estado,

14 de fevereiro de 2005 | 17h20

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