Celso Júnior/Estadão
Celso Júnior/Estadão

Alexandre Abreu vai substituir Bendine no comando do BB

Executivo era  vice-presidente de negócios de varejo do banco 

Aline Bronzati , O Estado de S. Paulo

06 Fevereiro 2015 | 11h18

Atualizado às 17h15

O vice-presidente de negócios de varejo do Banco do Brasil, Alexandre Corrêa Abreu, vai assumir a presidência da instituição no lugar de Aldemir Bendine, que foi escolhido para comandar a Petrobrás, segundo apurou o Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado. A informação foi confirmada após o fechamento do mercado. O nome de Abreu estava sendo cogitado para o cargo juntamente com o do ex-secretário executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Paulo Rogério Caffarelli, que também já foi do BB.

Abreu já ocupava o lugar de presidente interino do Banco do Brasil na ausência de Bendine, cuja saída era esperada desde o ano passado. Graduado em administração de empresas com MBA em marketing na PUC-RJ, ele exerceu as funções de gerente geral, gerente de divisão e gerente regional na Superintendência de São Paulo. Na direção do BB, foi gerente-executivo na Unidade de Internet e na Diretoria de Varejo. Exerceu ainda os cargos de diretor de Cartões e de diretor de Seguros, Previdência e Capitalização.

Para o cargo de Ivan Monteiro, atual vice-presidente de gestão financeira e de relações com investidores, ainda não foi escolhido um substituto, segundo fonte. Ele deve assumir a diretoria financeira da Petrobras, conforme apurou o Broadcast.

O Banco do Brasil divulga seu resultado do quarto trimestre no dia 11 de fevereiro e encerra a temporada de balanços dos grandes bancos. Conforme a média de cinco casas consultadas pelo Broadcast (Goldman Sachs, BofA, Safra, UBS e uma casa que não quis ser citada), a instituição deve anunciar lucro líquido ajustado, que desconsidera efeitos não-recorrentes, de R$ 2,884 bilhões no último trimestre do ano passado. Caso o montante seja atingido, será 19% maior ante R$ 2,424 bilhões registrados um ano antes. Procurado pela reportagem, o Banco do Brasil não comenta. 

(Colaborou Murilo Rodrigues Alves)

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