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Algodão cai 4,34% com clima favorável no Texas

Cenário: Filipe Domingues

O Estado de S.Paulo

17 de abril de 2012 | 03h05

Os preços internacionais do algodão caíram com força ontem na Bolsa de Nova York, após o Estado americano do Texas, importante produtor, ter registrado chuvas durante o fim de semana. No ano passado, a safra texana de algodão foi seriamente prejudicada pela seca. Segundo meteorologistas, neste ano o volume de chuvas está muito mais próximo da média. Com ambiente favorável, os contratos do algodão para entrega em maio fecharam em baixa de 4,34%, a 88,08 centavos de dólar por libra-peso. A queda parou no limite de variação permitido pela bolsa, de no máximo 4 cents por dia.

Outras commodities agrícolas terminaram a segunda-feira com perdas. A desaceleração no crescimento da economia da China no primeiro trimestre, informada na semana passada, voltou a pressionar as cotações das matérias-primas. Como principal consumidor de commodities, a China influencia diretamente o mercado e, nesse caso, gera preocupação em relação a uma demanda menor. Na Bolsa de Nova York, o açúcar fechou em baixa de 2,01% e o café cedeu 2,51%. O cacau contrariou a tendência e subiu 2,31%, pois investidores se basearam mais na análise dos gráficos de preço.

Em Chicago, os grãos caíram, pressionados especialmente por um movimento de realização de lucros. Ou seja, após uma alta recente, participantes do mercado venderam para embolsar ganhos. Outro fator foram chuvas favoráveis ao plantio de grãos nos Estados Unidos, que sinalizam oferta mais ampla. A soja caiu 1,17%, o trigo recuou 1,16% e o milho, 0,95%.

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