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Alguns calotes são inevitáveis, diz premiê chinês

O primeiro-ministro da China, Li Keqiang, disse que o calote de alguns produtos financeiros são inevitáveis, mas prometeu que atuará para conter o risco sistêmico.

AE, Agencia Estado

13 de março de 2014 | 01h10

"Eu não quero ver calotes de produtos financeiros, mas casos de calotes individuais não podem ser evitados. Nós precisamos incrementar a supervisão e lidar tais casos de maneira oportuna para garantir que não haja risco sistêmico", disse, em coletiva de imprensa após o encerramento do Congresso Nacional do Povo.

Li ainda lembrou que o nível de dívida da China está abaixo da média internacional e que os riscos gerais estão sob controle. Ele também afirmou que o governo está incrementando a regulação sobre os bancos que estão fora da supervisão do governo.

Na semana passada, a Shanghai Chaori Solar Energy Science & Technology se tornou a primeira empresa da China a dar um calote no mercado doméstico de bônus corporativos. A empresa falhou em pagar os juros de 89,8 milhões de yuans (US$ 14,7 milhões) e aumentou incertezas do mercado financeiro sobre a situação de crédito chinês. Até então, o governo atuava para evitar que situações semelhantes ocorressem. Fonte: Market News International.

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