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Aliança do Pacífico reduz tarifas de importação

Os líderes do bloco regional que abrange Chile, Peru, Colômbia e México decidiram nesta quinta-feira reduzir as tarifas de importação entre os países membros, uma decisão que pode impulsionar os esforços de integração econômica na América Latina.

AE, Agencia Estado

24 de maio de 2013 | 01h01

A Aliança do Pacífico, como o grupo é conhecido, inclui algumas das economias mais abertas da América Latina. Os países-membros já têm acordos de livre comércio entre si, mas os líderes decidiram agora simplificar as regras comerciais e unificar padrões regulatórios para setores como a agricultura.

As nações da Aliança do Pacífico concordaram com a eliminação de 90% de todas as tarifas de importação entre os países membros, uma proposta que deverá ser aprovada até 30 de junho pelos parlamentares de algumas das nações.

Os restantes 10% deverão ser eliminados gradualmente, embora o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, tenha dito que isso deve acontecer "no período de tempo mais curto possível".

O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, que sediou a cúpula, disse que a aliança será o "novo motor do crescimento econômico" da América Latina.

Peña Nieto afirmou em um fórum de negócios que a aliança também busca ajustar regulamentos locais que têm limitado a integração dos mercados de capitais entre os países membros.

"O espírito dessa aliança não é apenas uma integração de nossos mercados, mas também visa criar uma plataforma para o desenvolvimento da região do Pacífico", disse ele, ressaltando também que as exigências de visto para cidadãos dos membros do grupo foram removidas.

Santos disse que as quatro nações começarão a desenvolver campanhas publicitárias conjuntas para impulsionar o turismo.

O presidente do Peru, Ollanta Humala, disse que a aliança tem como objetivo permitir a circulação mais livre não só de mercadorias, mas também de serviços, capitais e pessoas "para criar uma região de oportunidades de investimentos". As informações são da Dow Jones.

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