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Alimentação fica mais barata e causa deflação

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) dos sete dias encerrados em 31 de maio teve a maior queda desde a segunda semana de setembro, por conta, principalmente, do barateamento dos Alimentos. A informação, divulgada nesta quinta-feira pela Fundação Getúlio Vargas, mostrou que a taxa ficou em queda de 0,19%, ante alta de 0,01% no levantamento anterior, até 22 de maio. O grupo Alimentação passou de deflação de 0,29% para de 0,94% na passagem entre as duas semanas. Além dele, mais três outros setores tiveram queda de preços no período: Saúde e Cuidados Pessoais, Transportes e Despesas Diversas. O grupo Habitação, por sua vez, permaneceu estável. O custo de Educação, Leitura e Recreação teve desaceleração na queda de preços, enquanto os produtos de Vestuário ficaram mais caros entre uma semana e outra. Produtos Por produtos, as altas de preço mais expressivas ficaram a cargo de empregada doméstica mensalista, com 5%; plano e seguro saúde, com 0,93%; e leite tipo longa vida, com 1,99%. As maiores quedas foram registradas em batata-inglesa, que ficou 14,44% mais barata; álcool combustível, com -12,97%; e mamão da amazônia - papaya, com -21,81%. A taxa do IPC-S anunciada nesta quinta é o mesmo resultado do Índice de Preços ao Consumidor - Disponibilidade Interna (IPC-DI) de maio, que será anunciado dentro do Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) do mesmo mês, no dia 7 de junho. Todo o último IPC-S do mês terá sempre a mesma taxa do IPC-DI de igual mês de referência.Este texto foi atualizado às 09h44.

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