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Alimentos pesam, mas IPC-S tem pequena variação, diz FGV

Alta no preço das frutas (0,37% para 1,83%) e em hortaliças e legumes (1,94% para 2,42%) são as mais significativas

Alessandra Saraiva, da AE

16 de março de 2009 | 08h35

A inflação mensurada pelo IPC-S de até 15 de março subiu 0,37% após avançar 0,35% no índice anterior, de até 7 de março, segundo informou há pouco a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O aumento mais intenso nos preços do grupo Alimentação (de 0,24% para 0,37%) levou à esta taxa maior. Ainda segundo a fundação, das sete classes de despesa componentes do índice, quatro apresentaram taxas de inflação mais elevadas, ou quedas mais fracas de preços, na passagem do IPC-S de até 7 de março para o índice de até 15 de março.

 

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Segundo informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV), nessa classe de despesa, foram detectadas acelerações de preços em frutas (0,37% para 1,83%) e em hortaliças e legumes (1,94% para 2,42%), no período.

As outras três classes de despesa que apresentaram taxa de inflação mais forte, ou deflação mais fraca, na passagem do IPC-S de até 7 de março para o índice de até 15 de março, foram apuradas em Habitação (de 0,28% para 0,33%); Vestuário (de -0,27% para -0,20%); e Despesas Diversas (de 0,12% para 0,16%).

Os outros grupos apresentaram desaceleração de preços. É o caso de Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,72% para 0,65%); Educação, Leitura e Recreação (de 0,46% para 0,30%); e Transportes (de 0,72% para 0,58%).

 

Ao analisar a movimentação de preços entre os produtos, no âmbito do IPC-S de até 15 de março, a FGV informou que as mais significativas altas de preço no varejo foram apuradas em manga (26,07%); mamão da Amazônia - papaya (13,44%); e aluguel residencial (0,85%). Já as mais significativas quedas de preços foram apuradas em maçã nacional (-25,82%); alcatra (-5,78%); e tomate (-8,48%)

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