Alimentos proibidos pela Vigilância Sanitária

Na última quarta-feira, a Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo determinou a interdição cautelar e a proibição de comercialização dos lotes de produtos que, segundo a organização ambientalista Greenpeace, estariam contaminados por transgênicos.Análises feitas no laboratório Interlabour Belp Ag, da Suíça, detectaram a presença da soja Roundup Ready, da Monsanto, e do milho Bt 176, da Novartis, no Sopão de Galinha da Knorr, na sopa de galinha "Pokemon" da Arisco, no Ovomaltine cereais e fibras da Norvartis e na mistura para bolo de chocolate da Sadia.As empresas terão 15 dias para apresentarem defesa ou laudo comprovando a composição do produto. Em julho, a Vigilância Sanitária já havia determinado o recolhimento de 11 produtos que continham transgênicos, denunciados durante a primeira análise encomendada pelo Greenpeace.Segundo a Lei de Biossegurança, para o cultivo, importação e comercialização de transgênicos, é necessário um parecer técnico conclusivo da CTNBio e autorização dos Ministérios de Agricultura, Meio Ambiente e Saúde. Além disso, uma lei estadual de São Paulo determina que qualquer produto que contenha transgênicos destaque na embalagem uma destas frases: "alimento geneticamente modificado" ou "contém, na composição, alimento geneticamente modificado".

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