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Alimentos puxam alta dos preços no varejo paulista

O Índice de Preços no Varejo (IPV), medido pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio SP) na região metropolitana, registrou alta de 3,91% na primeira quadrissemana de novembro. Com esta variação, a taxa acumulada no ano chegou a 17,98%. A maior pressão ainda vem dos bens não-duráveis (5,47%), com destaque para alimentos, que subiram 6,30%. No acumulado do Plano Real, este segmento está superando de longe a média do índice geral, registrando 227,98% de alta, contra 158,11% do IPV.Os economistas da federação consideram que a alta dos alimentos é o exemplo mais claro da perda do poder aquisitivo das camadas mais baixas da população, pois nesta faixa o gasto familiar mensal é mais comprometido com os itens do grupo alimentação. Estudos indicam que, em lares com renda até 5 salários mínimos, a despesa com comida representa 50% do orçamento.Os bens duráveis também estão ajudando a forçar o índice para cima na primeira quadrissemana. A variação no período foi de 4,21%. Os semiduráveis registraram alta de 3,04%; o comércio automotivo, de 0,11%, e os materiais de construção, de 3,98%.

Agencia Estado,

12 de novembro de 2002 | 17h47

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