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Alimentos sobem menos e IPCA-15 do mês é de 0,23%

No ano, índice acumula variação de 3,64%; em outubro, alta foi de 0,24%

Alberto Komatsu, O Estadao de S.Paulo

23 de novembro de 2007 | 00h00

A prévia da inflação de novembro, apurada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), ficou em 0,23%, um pequeno recuo em relação a outubro, quando foi de 0,24%. O resultado já era esperado por economistas, por causa da desaceleração na alta dos preços de produtos alimentícios. Na média das avaliações, o IPCA, usado pelo governo para estabelecer metas de inflação, deve ficar entre 3,9% e 4% este ano. O IPCA-15, medido entre a segunda quinzena do mês anterior e os 15 primeiros dias do mês de referência, acumula 3,64% no ano. Nos últimos 12 meses, a taxa subiu 4%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O preço dos alimentos subiu menos do que a metade do índice em outubro, ou 0,25% ante 0,54%, respectivamente. Um dos principais itens que colaboraram para esse resultado é o arroz, cuja variação em novembro desabou em relação a outubro (0,91% ante 3,02%). "A alta de preços está se dando por causa de produtos que estão com tarifas subindo, mas é pontual. O álcool é um exemplo, em razão da entressafra, o que acaba influenciando o preço da gasolina", disse Carlos Thadeu de Freitas, economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e ex-diretor do Banco Central (BC). Para Freitas, o IPCA de novembro não deve ser muito diferente da prévia, e deve ficar em 0,24% .

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