Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Alitalia capta menos de dois terços de recursos emergenciais

A Alitalia ainda não conseguiu captar os 300 milhões de euros que busca em uma operação de levantamento de capital de emergência, o que coloca mais pressão sobre a companhia aérea italiana para que encontre um investidor estratégico.

Reuters

29 de novembro de 2013 | 08h42

A Alitalia disse na quinta-feira que recebeu 173 milhões de euros até o final do prazo para que os acionistas existentes subscrevessem o pedido de aporte através de garantias bancárias e penhoras, e que espera captar o restante junto aos correios da Itália e outros investidores.

A principal acionista, a Air France-KLM, com uma fatia de 25 por cento, se recusou a participar do aporte, dizendo que o novo plano de negócios da Alitalia, que promete cortes severos de custos, não é suficiente para salvar a empresa sem que os credores registrem baixas no valor de parte das enormes dívidas da companhia.

O grupo franco-holandês tem sido visto até agora como a companhia aérea mais adequada para socorrer a Alitalia.

O capital emergencial, parte de um pacote maior de resgate pensado pelo governo para manter as aeronaves da Alitalia voando, é visto como uma medida paliativa que dará à companhia aérea mais alguns meses para encontrar um parceiro que ajude a reformular o grupo.

Porém, com 700 mil euros em prejuízos diários e uma dívida líquida de 800 milhões de euros, a Alitalia pode logo ser obrigada a parar de voar.

Tudo o que sabemos sobre:
AEREASALITALIARECURSOS*

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.