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Alta da Selic deve estimular consórcios

A alta da Selic, a taxa básica referencial de juros da economia, de 16,75% para 18,25% ao ano pode impulsionar as vendas de cotas de consórcios no País. A expectativa é da presidente da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), Consuelo Amorim. "Em situações assim, o consumidor passa a questionar o pagamento de juros e pode optar pela compra de cotas de consórcios para fugir dessa alta", associou. "Há um interesse maior em aquisições planejadas para um prazo mais longo", acrescentou. Segundo ela, as administradoras de consórcios continuam mantendo a previsão de alcançar o número de 3 milhões de participantes ativos este ano. Até o fim de abril, o sistema contava com 2,83 milhões de consorciados. A principal preocupação do setor neste momento é com as vendas no segmento de eletroeletrônicos, que podem apresentar queda em função da crise energética. "Por enquanto, o total de cotas comercializadas está se mantendo", disse Consuelo. No segmento de eletroeletrônicos, as vendas de novas cotas cresceram 21,5% em abril em relação ao mesmo mês do ano passado. As vendas de consórcios apresentaram crescimento de 26% no primeiro quadrimestre em relação a igual período de 2000. O número de cotas comercializadas entre janeiro e abril deste ano ultrapassou 538 mil, superando as 427 mil cotas vendidas na mesma época do ano passado. Mas o consumidor deve ficar atento. O consórcio só compensa se o associado for contemplado logo. Caso contrário, vale mais a pena aplicar os recursos e contabilizar ganhos com juros. Além disso, as taxas cobradas pelas administradoras são muito elevadas. No financiamento, é necessário pagar juros, que são elevados no Brasil, mas ao menos pode-se usufruir do bem imediatamente. Veja as dicas da Agência Estado no link abaixo.

Agencia Estado,

21 de junho de 2001 | 20h46

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