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Alta da soja limitará uso de biodiesel, diz Dilma

Ministra ressaltou que o objetivo agora é estabilizar o mercado e tranqüilizar o produtor

Eduardo Magossi, da Agência Estado,

15 de fevereiro de 2008 | 19h18

-A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse, durante aula inaugural do curso de pós-graduação em agroenergia da Fundação Getúlio Vargas, que a introdução do biodiesel no Brasil deverá ser mais lenta que o esperado inicialmente. Segundo ela, o preço mais elevado da soja e também das demais oleaginosas deve fazer com que o projeto não atinja o ritmo acelerado que se esperava, apesar da "enorme capacidade instalada hoje no País".A ministra ressaltou que o objetivo agora é estabilizar o mercado e tranqüilizar o produtor para que a oferta continue constante. Ela disse que a introdução mandatória, a partir de 1º de janeiro, foi tranqüila e que, além do leilão normal de garantia de seis meses de abastecimento, foi feito um outro leilão de reserva, que garante dois meses extras. Sobre o H-Bio, diesel produzido pela Petrobras com a utilização de óleo vegetal, Dilma afirmou que sua produção vai ser em função do preço internacional da soja. Ela disse que o H-Bio vai funcionar como se fosse "um flex fuel". Quando houver excesso de oferta a Petrobras poderá comprar toda essa soja para fazer H-Bio e equilibrar oferta e demanda, disse ela.A ministra afirmou ainda que a Petrobras está fazendo estudos para produzir H-Bio de girassol, mamona e pinhão manso.

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