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Alta de apenas 0,05% garante mais um recorde da Bovespa

Giro da bolsa impressionou: R$ 7,5 bilhões, quase o dobro da média diária do ano

Juliana Siqueira, da Reuters

13 de julho de 2007 | 18h24

A redução da recomendação de ações brasileiras pelo Morgan Stanley não caiu bem mas também não impediu que a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) batesse mais um recorde. Depois de uma sessão com oscilações, o principal indicador da bolsa paulista acabou praticamente no zero a zero, com variação positiva de 0,05 por cento, a 57.644 pontos - recorde de fechamento. Na máxima do dia, o Ibovespa - índice que mede o desempenho das ações mais negociadas na Bolsa - encostou nos 58 mil pontos. O giro da bolsa também foi de impressionar: R$ 7,5 bilhões, quase o dobro da média diária do ano. Desse volume, R$ 1,67 bilhão vieram da estréia da Redecard, maior oferta pública inicial de ações (IPO) da história, cujas ações dispararam 24%. "A redução do Morgan é o que pesou, mas continua um fluxo muito grande", comentou o operador de uma corretora nacional, que preferiu não ser identificado. As duas instituições que mais compraram nesta sexta-feira foram Itaú e Citibank, principais acionistas da Redecard, ao lado de Unibanco. As ações da Redecard não pertencem ao Ibovespa, que teve que contar com a alta de Petrobras, de 0,61% e Bradesco, de 2,25%, para fechar no azul. Companhia Vale do Rio Doce e Unibanco, que garantiram a alta da véspera, foram os vilões da sessão, com queda de 1,2% e 2,69%, respectivamente.

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