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Alta do PIB dos EUA é revisada para 2,6%

Crescimento inicial medido no terceiro trimestre foi de 2,5%; mercado previa 2,9%

, O Estado de S.Paulo

23 de dezembro de 2010 | 00h00

A economia dos Estados Unidos cresceu levemente mais do que o estimado originalmente no terceiro trimestre deste ano, segundo anunciou ontem o Departamento de Comércio. O Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre subiu 2,6%, em taxa anual ajustada sazonalmente e pela inflação, acima do cálculo original de 2,5% e da expansão do segundo trimestre, de 1,7%.

No entanto, o dado ficou abaixo da previsão dos economistas de alta de 2,9%. As principais revisões foram feitas nos gastos dos consumidores, que subiu menos do que o estimado antes, e nos estoques das empresas, que cresceram mais do que o calculado. Os estoques das empresas aumentaram US$ 121,4 bilhões no terceiro trimestre, em comparação com a estimativa anterior de US$ 111,5 bilhões.

Por outro lado, o gasto dos consumidores - que é responsável por 70% do PIB dos EUA - cresceu 2,4%, menos do que o cálculo anterior de 2,8%. Embora tenha sido revisado para baixo, o aumento no gasto dos consumidores no terceiro trimestre continuou sendo o maior desde antes da recessão, igual à alta verificada nos primeiros três meses de 2007.

No terceiro trimestre, a economia dos EUA também recebeu sustentação das exportações, que foram beneficiadas pelo enfraquecimento do dólar. As exportações subiram 6,8% em comparação com a estimativa anterior de 6,3%, enquanto as importações aumentaram 16,8%, igual ao cálculo prévio.

O presidente do Federal Reserve da Filadélfia, Charles Plosser, disse que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) poderá encerrar seu programa de compra de títulos do Tesouro dos EUA se o ritmo de crescimento da economia continuar a se acelerar. Ele fez essa declaração em entrevista à Bloomberg Radio.

Inflação pessoal. O Departamento do Comércio dos EUA informou, no relatório final sobre o PIB do terceiro trimestre, que o núcleo do índice de preços para gastos com consumo pessoal (PCE) foi revisado em baixa, para aumento anualizado de 0,5%, o menor desde 1959, quando foram iniciados os registros. Na estimativa anterior, foi calculada alta de 0,8% do núcleo do PCE. No segundo trimestre, o núcleo do PCE subiu 1%. O índice é o preferido pelo Fed para avaliar as tendências de inflação.

O índice PCE cheio subiu 0,8% no terceiro trimestre, revisão em baixa da estimativa de alta de 1% apresentada anteriormente e estável em relação ao registro do segundo trimestre.

Empresa. O lucro das empresas no terceiro trimestre foi revisado em baixa para aumento de 2,4%, segundo o relatório final do PIB do período divulgado pelo Departamento do Comércio. Anteriormente, havia sido estimada alta de 3,2%. / DOW JONES NEWSWIRES

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