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Alta dos alimentos acirra pobreza, diz agência da ONU

Para Programa Mundial de Alimentação, crise é uma ameaça para a coesão social da América Latina

Efe

13 de agosto de 2008 | 02h32

O diretor do Programa Mundial de Alimentos (PMA) para a América Latina e o Caribe, o chileno Pedro Medrano, lembrou hoje, em Bogotá, que o crescente aumento nos preços dos alimentos torna os pobres ainda mais pobres. Medrano citou a diretora geral do PMA, Josette Sheeran, que assinalou recentemente que a alta dos alimentos provocou um "tsunami silencioso", que deixou 130 milhões de pessoas na pobreza, das quais oito de cada 10 eram mulheres e crianças. "Este fato põe o PMA frente ao maior desafio humanitário de seus 40 anos de história", apontou Medrano.Segundo ele, "este é o novo rosto da fome": milhões de pessoas que há seis meses não estavam na categoria de urgência, e agora passaram a estar.Segundo o diplomata chileno, a crise alimentícia "é uma ameaça para a coesão social da região e para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio".Ainda de acordo com ele, seus efeitos "se agregam a uma realidade já alarmante na América Latina e no Caribe, onde 209 milhões de pessoas vivem na pobreza". O PMA é a agência da ONU para o combate a fome no mundo.

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