Alta na taxa Selic deixa pós-fixado mais atraente

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de elevar a taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto porcentual na última quarta-feira reforçou as sugestões dos especialistas em investimentos pós-fixados que acompanham algum índice de inflação.

Yolanda Fordelone, O Estado de S.Paulo

24 de janeiro de 2011 | 00h00

"Enquanto estivermos no ciclo de alta, os papéis pós-fixados têm maior atratividade", diz o professor da faculdade Fiap, Cláudio J. Carvajal Júnior, ao lembrar que atualmente os juros pagos nos títulos ofertados pelo Tesouro Direto estão altos.

"A renda fixa de maneira geral fica mais atraente (com o cenário de alta do juro). Os papéis prefixados já embutem essa alta do juro, mas o risco é maior", completa Carvajal.

No Tesouro Direto, por exemplo, os prefixados são negociados com juro entre 12,50% e 12,77% ao ano, dependendo do vencimento.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.