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Alta no preço dos alimentos faz BC elevar projeção de IPCA

Banco Central revisa previsão de inflação neste ano para 4%; estimativa de crescimento do PIB é mantida

Agência Estado e Reuters,

27 de setembro de 2007 | 09h47

A alta no preço dos alimentos e a conseqüente elevação nos índices brasileiros de inflação fizeram com que o Banco Central revisasse para cima sua projeção para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano.  A previsão no cenário de referência - que considera juros em 11,25% ao ano e taxa de câmbio em R$ 1,95 -, subiu de 3,5% para 4% de acordo com relatório trimestral de inflação divulgado nesta quinta-feira, 27. Apesar disso, a projeção para a taxa de crescimento não sofreu alterações. O BC continua indicando que espera uma expansão de 4,7% do Produto Interno Bruto (PIB). No cenário de mercado, em que o BC leva em conta a evolução dos juros e câmbio prevista pelo mercado, a projeção para o IPCA subiu de 3,5% para 3,9%. Para 2008, a projeção no cenário de referência subiu de 4,1% para 4,2%. Já a estimativa que considera as condições de mercado recuou de 4,6% para 4,3% no ano que vem.  Piora do cenário Assim como na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o BC chamou atenção em seu relatório para a piora no cenário de preços nos últimos meses. "O cenário benigno para os preços ao consumidor que vinha se materializado, com maior intensidade, desde meados do ano passado, arrefeceu", afirmou o BC no documento. Apesar de ressaltar que essa pressão já era esperada e que a inflação, ainda assim, segue dentro da trajetória das metas, os diretores do BC indicaram mais uma vez que cautela continua sendo a marca registrada da política de juros no País. "Em momentos como o atual, a prudência na condução da política monetária passa a ter papel ainda mais importante, haja vista que a deterioração do balanço de riscos inflacionários reduz a margem de segurança da política monetária."  Apesar das revisões, as variações esperadas para o IPCA em 2007 e 2008 seguem abaixo do centro da meta fixada para os dois anos, que é de 4,5%.

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