Alternativas para a troca de Telesp

Os acionistas que adquiriram linha telefônica por meio do Programa de Planta Comunitária de Telefonia (PCT) - os chamados pecetistas - não precisam perder tempo indo às agências bancárias para tirar um extrato da posição acionária. Isso porque as ações não estão disponíveis. A Telefônica também não tem previsão de quando os assinantes poderão tê-las.Para solucionar parte do problema, a empresa permitiu que as pessoas que se enquadram nessa situação e queiram trocar os "futuros papéis" por Brazilian Depositary Receipts (BDRs) possam fazê-lo. Para isso, o cliente deverá dirigir-se à Ação Comunitária do município onde comprou a linha, e assinar um documento de subscrição, optando pela troca.Quem não optar pela troca, mas quiser apenas vender os papéis, não deve seguir essa recomendação. E, caso essas ações só se tornem disponíveis daqui a meses, o assinante corre o risco de perder dinheiro. Isso porque, segundo a previsão de vários analistas de mercado, é grande a possibilidade de que essas ações percam liquidez, isto é, que passem a ser pouco negociadas no mercado financeiro. O resultado, por conseqüência, é a queda no valor dos papéis. Veja no link abaixo mais informações sobre a operação.Os pecetistas que optarem pela troca e estiverem enquadrados na Portaria n.º 86 - acordo assinado com a Telesp até 28 de agosto de 1996 - deverão multiplicar o valor de sua participação financeira por 0,046085. Aqueles que atendem às condições da Portaria n.º 1.028 - assinado após a data da Portaria n.º 86 - deverão multiplicar o valor da participação financeira por 0,021149.

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