Aluguel residencial sobe menos que inflação

O aluguel residencial na cidade de São Paulo apresenta reajuste acumulado no ano de 4,5% até o mês de novembro. No mesmo período, a inflação medida pelo IGP-M da FGV apontou alta de 10,14%. A conclusão é de pesquisa do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), junto a 140 empresas da cidade. Como exemplo, a entidade citou o aluguel médio de imóveis de dois dormitórios. Em dezembro de 2000, o valor era de R$ 448, passando para R$ 468 em novembro deste ano. Em novembro, os valores de locação subiram 0,2%. Os imóveis de três dormitórios apresentaram redução de 1% no mês passado. Já as unidades de dois quartos permaneceram estáveis. As de um dormitório sofreram pequena alta, não discriminada pela entidade. O Índice de Velocidade de Locação (IVL) foi de 45 dias, no último trimestre. O indicador assinala o tempo médio para que um imóvel seja alugado na cidade. Segundo o Secovi-SP, as casas são locadas com maior rapidez que os apartamentos. Para o vice-presidente de Locação do Secovi-SP, Sergio Luiz Abrantes Lembi, o desempenho era esperado pelo setor, já que as diversas crises enfrentadas pelo Brasil não impactaram negativamente o mercado de locação. Lembi também destacou o aumento da negociação entre proprietários e inquilinos como fator de manutenção dos contratos.

Agencia Estado,

07 Dezembro 2001 | 19h49

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