Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90

Aluguel tem maior alta em SP desde 1997

Cobrança média na cidade não avançava tanto há mais de 16 anos, apontam dados da Fipe

Flavio Leonel, da Agência Estado,

25 de junho de 2013 | 16h59

SÃO PAULO - Levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) mostra que o valor médio do aluguel residencial na cidade de São Paulo avançou 1,28% na terceira quadrissemana de junho. A variação não apenas superou a de 0,87% da segunda quadrissemana do mês como atingiu o maior nível desde a segunda quadrissemana de março de 1997, quando a alta foi de 1,38%.

A elevação média do aluguel na capital paulista ficou bem acima da inflação registrada pelo IPC, de 0,30% (ante 0,18% da segunda quadrissemana do mês). Foi também decisiva para fazer com que o grupo Habitação saísse de uma alta de 0,16% na terceira quadrissemana para uma variação de 0,34% na pesquisa seguinte.

Na primeira quadrissemana de junho, o valor médio do aluguel já havia superado uma marca importante. Na ocasião, o avanço de 0,90% tinha representado a variação mais forte desde a primeira quadrissemana de setembro de 1997 (0,95%).

Entre as modalidades de aluguel residencial pesquisadas pela Fipe na terceira quadrissemana de junho de 2013, os destaques de alta ficaram para o valor cobrado para apartamentos de um dormitório e para casas de dois dormitórios, ambos com variação de 1,35%. Na segunda leitura do mês, as variações desses itens haviam sido de 1,28% e de 0,84%, respectivamente.

Para casa de um dormitório, a elevação no valor cobrado passou de 0,89% para 1,32% entre a segunda e a terceira quadrissemana de junho. Quanto à casa de três dormitórios, a alta passou de 0,65% para 1,00%. Para o aluguel de apartamento de dois dormitórios, o avanço passou de 0,93% para 1,01%.

No grupo Habitação do IPC, a Fipe também chamou a atenção para o item água e esgoto, cuja alta passou de 1,82% para 1,64%, nível considerado ainda elevado, refletindo reajuste recente da Sabesp que vai perdendo força. Quanto ao item energia elétrica, a diminuição dos impactos referentes às reduções de PIS/Cofins está cada vez mais nítida, com a queda entre a segunda e a terceira leitura do mês passando de 1,47% para 0,64%.

Tudo o que sabemos sobre:
aluguelfipeimóveismoradia

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.