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Amaral defende atuação do Congresso nas discussões da Alca

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Sergio Amaral, disse hoje que considera importantes dois pontos apresentados pelo representante comercial adjunto dos Estados Unidos, Peter Allgeier, durante reunião que tiveram ontem à noite. O primeiro deles é a afirmação de Allgeier de que os Estados Unidos estão dispostos a negociar tudo. Esta afirmação também foi feita pelo secretário, hoje de manhã, na abertura da Cúpula Parlamentarde Integração Continental, que se realiza na Câmara dos deputados. O outro ponto, disse Amaral, é a disposição dos Estados Unidos de aceitarem a cláusula de nação mais favorecida nas negociações da Alca.Segundo o ministro, Allgeier teria dito que, no final das negociações, prevaleceria a cláusula, que obrigaria os Estados Unidos a oferecerem aos países interessados as mesmas condições negociadas em acordos bilaterais com outros países. Os EUA estão negociando com o Chile e com os países centro-americanos. Amaral disse que a implementação dos acordos teria prazos diferentes, porque alguns já estariam em vigor. "O que para nós não é ruim", disse.Amaral defendeu a participação do Congresso Nacional nasdiscussões da Alca. "Eu que tenho sido negociador de comércio durante muitos anos, me sentiria muito mais tranqüilo com esse acompanhamento do Congresso do que chegar ao final da negociação de um acordo do qual o Congresso não participou, do qual a opinião pública não sabe nada e você ter que defender este acordo concluído", afirmou. "Eu acho que é muito mais importante para os negociadores e para o País que haja um processo paralelo de uma negociação que também é interna."Esta manhã, os presidentes da Câmara, Aécio Neves (PSDB-MG), e do Senado, Ramez Tebet (PMDB-MS), defenderam a participação efetiva do Congresso no processo negociador. Segundo Aécio, o Congresso não se conforma com o papel ratificador de acordos dos quais não participou.

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