Ambev cresce no ranking das cervejas

Os executivos da AmBev comemoram o resultado da pesquisa de mercado do Instituto AC. Nielsen de abril sobre a venda de cervejas. A participação da empresa passou de 65% em março para 65,4% no mês passado. Pode parecer pouco, mas cada ponto porcentual desse mercado equivale a R$ 100 milhões.Os dados indicaram, ainda, que o Grupo Schincariol, dono da Nova Schin, lançada em setembro, com grande sucesso, está perdendo fôlego. A fatia do grupo passou de 13,8% para 13,3%, ou seja, uma perda de 0,5 ponto porcentual, apesar da intenção de investir R$ 180 milhões em marketing este ano.Já a Molson, dona das marcas Kaiser e Bavaria, também registrou queda, de 11,6% para 11,3%, puxada por Kaiser que passou de 8,9% para 8,7%, enquanto Bavaria cresceu 0,1 ponto porcentual, de 2,7% para 2,8%.As cervejas da AmBev que carregam a marca Brahma foram as que mais registraram crescimento, passando de 19% para 19,8%, enquanto Skol caiu de 31,5% para 31,1%, mas ainda assim é a líder disparada do setor cervejeiro no País. A Antarctica também registrou ligeiro crescimento, passando de 14,5% para 14,6%.Os números mostram que a estratégia da AmBev de reforçar a Brahma, mesmo com a polêmica campanha do cantor e compositor Zeca Pagodinho tiveram efeito. Em março, a polêmica estava no auge e este mês tem reflexo sobre abril, mês em que se iniciaram uma guerra de liminares na Justiça entre a Schincariol e a AmBev.

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