Ambiente digital rápido e produtivo vira necessidade prioritária das empresas

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Ambiente digital rápido e produtivo vira necessidade prioritária das empresas

As mais diversas áreas da tecnologia são o grande ponto de apoio para a manutenção das atividades das empresas durante a pandemia

IBM, Media Lab Estadão
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03 de julho de 2020 | 11h36

Transformação digital deixou de ser opção há muito tempo e, com a pandemia, virou necessidade número 1 nas empresas. Nessa jornada, são muitos os pontos que devem receber atenção. “A inovação passa por três pilares: processo, pessoas e tecnologia”, afirma Frank Koja, vice-presidente de Global Technology Services da IBM. Segundo ele, as empresas que mudaram a cultura e deram mais liberdade para os colaboradores lidarem com as ferramentas digitais conseguiram avançar e, neste momento, estão mantendo seu trabalho de forma muito mais natural.

É importante lembrar que a transformação digital vai muito além do home office. O ambiente de trabalho digital, por exemplo, já estava presente dentro dos escritórios por meio de ferramentas de comunicação online e plataformas colaborativas para tomada de decisões. “O apoio dado às empresas que tinham uma maturidade menor foi a chave do sucesso para criar ambientes de trabalho confortáveis, praticamente da noite para o dia”, diz Koja. 

Marco Kalil, vice-presidente de Global Business Services da IBM, aponta que o conceito de flexibilidade é muito importante nesses ambientes: poder trabalhar da mesma forma, com as mesmas ferramentas e os mesmos pontos de contato, a partir de qualquer lugar. “Dentro do seu próprio escritório, as pessoas já vinham vivenciando essa alta conectividade, acessando sistemas no mundo inteiro. Quando abruptamente tiveram que sair, puderam continuar esse trabalho sem interrupções”, afirma.

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A inovação passa por três pilares: processo, pessoas e tecnologia
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Frank Koja, vice-presidente de Global Technology Services da IBM

LIBERDADE, FLEXIBILIDADE E PRODUTIVIDADE

O uso de ferramentas tecnológicas de conexão dá mais liberdade aos colaboradores, de acordo com Kalil. Isso porque elas permitem aos profissionais se conectar em qualquer lugar, trocando informações com muito mais exatidão. Kalil afirma ainda que as plataformas para treinamento online também beneficiam as empresas, que economizam tempo de deslocamento. “Com essa flexibilidade, haverá ganhos no sentido de custo, produtividade e rapidez que as empresas terão no pós-pandemia”, conclui.

Manter a eficiência das empresas a partir de casa também passa pela flexibilidade da infraestrutura. “O processamento precisa atender a picos e vales, e isso tem que acontecer automaticamente, porque, quando o profissional estáem casa, não necessariamente está trabalhando das 8h às 17h”, lembra Koja. É nesse sentido que atua a IBM Cloud.

FOCO EM SEGURANÇA

Olhando para o ambiente colaborativo, surge outra necessidade: garantir a produtividade da força de trabalho. Em diversos projetos, são muitos os colaboradores demandando recursos de um dashboard (interface de visualizações rápidas para troca de ideias, dados e informações). Mas um ponto importante é garantir a segurança em todos esses ambientes, dado o crescimento de 14.000% nos golpes virtuais a partir de março, quando aumentou o número de profissionais trabalhando a partir de casa.

“Por esse motivo, temos que desenvolver ferramentas de monitoração que consigam identificar esses ataques”, destaca Koja. Isso envolve, também, trabalhar junto às pessoas para identificar os riscos de acessarem conteúdos que possam gerar vulnerabilidades a dados empresariais e significativos. “A IBM trabalha muito forte em cima desses pontos e vem conseguindo atender seus clientes. Estamos conseguindo avançar nesse mundo em transformação.”

E, para as empresas que querem começar a buscar essa cultura digital ou fortalecer seus processos, por onde devem começar? “Vimos muitas companhias correndo para comprar equipamentos durante a pandemia. Transformar os ambientes estáveis em flexíveis, para que operem de qualquer lugar, deve ser a principal meta”, esclarece Kalil. “E com uma responsabilidade adicional: treinar e conscientizar os colaboradores para perceberem que têm informações importantes nas mãos, que devem ser tão bem tratadas como se estivessem dentro dos escritórios”, conclui.

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