Ameaça terrorista derruba o mercado financeiro

Novas ameaças da Al Qaeda contra os EUA e consequente disparada no preço do petróleo derrubaram os mercados financeiros nesta quinta-feira. Os balanços considerados fracos de grandes empresas norte-americanas e a ameaça de uma crise bancária na Rússia também ajudaram na retração dos negócios.Em Nova York, o barril de petróleo para agosto subiu 3,20%, cotado a US$ 40,33. Em Londres, o brent com mesmo prazo de entrega avançou 3,17%, para US$ 37,77. Na bolsa de Nova York, o índice Dow Jones recuou 0,67% e o Nasdaq desvalorizou 1,56%. Na Rússia, o rublo recuou à menor cotação ante o dólar em um mês. No Brasil, os bons indicadores da indústria e as votações no Congresso não impediram que a bolsa terminasse o pregão em queda de 1,34%, em 20.887 pontos, com volume de R$ 900,166 milhões.O dólar também foi influenciado pelo petróleo e o medo de uma alta na inflação em todo o mundo. O dólar comercial fechou em alta de 0,79%, a R$ 3,059. No mercado da dívida brasileira, o C-Bond encerrou em queda de 0,74%, a 92,125 centavos de dólar. Às 18h35, o risco Brasil subia 18 pontos, para 650 pontos base. No mercado de juros, o dia foi de realização de lucros. O DI mais líquido (janeiro/2005) encerrou o pregão projetando juros de 16,54%, acima dos 16,33% da véspera.

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