Americana RE/MAX planeja ter mil franquias no País

Renato Teixeira começou a carreira como corretor de imóveis, aos 13 anos, num bairro da periferia de São Paulo, na imobiliária do pai. Antes de completar 30, montou o próprio negócio em Guarulhos e vendeu por uma bolada para investidores espanhóis. Com o dinheiro, criou uma nova imobiliária, que em parceria com a empresa de loteamentos Alphaville se espalhou pelo País. Em 2009, Teixeira deu uma nova guinada, associando-se à americana RE/MAX, uma das maiores imobiliárias do mundo. Hoje, aos 54, ele é o responsável pela operação no Brasil, que atua no sistema de franquias e tem a meta de atingir mil unidades até 2018.

Entrevista com

Presidente da RE/MAX Brasil

O Estado de S.Paulo

11 de agosto de 2014 | 02h03

O mercado imobiliário vive um bom momento?

As incorporadoras estão sob pressão para entregar resultados, depois de um longo período de reestruturação. Os clientes estão com a confiança abalada depois de uma série de obras atrasadas. Em resumo, o mercado não está fácil e não deve melhorar no próximo um ano e meio. Mas, de certa forma, a crise impulsiona o nosso negócio. Se não está fácil vender, o trabalho do corretor é ainda mais importante.

Sem lançamentos, o que mais está vendendo?

Esse é o ano dos imóveis usados. Os lançamentos estão travados, mas as vendas não pararam.

Com esse cenário, como você espera alcançar a meta de mil franquias? 

O Brasil foi um fenômeno para a RE/MAX desde o início. A empresa atua em 97 países, com 6,3 mil unidades, e nunca tinha visto um crescimento tão acelerado de sua rede como viu aqui. No primeiro ano, tínhamos o objetivo de abrir 32 lojas e terminamos com 100. Hoje, são mais de 200. No Brasil, menos de 2% das 34 mil imobiliárias registradas atuam como franquia. O universo é gigantesco.

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