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Amorim insiste em cúpula mundial para impulsionar Rodada Doha

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, reiterou hoje a necessidade de uma reunião de líderes mundiais para impulsionar as negociações da Rodada Doha, da Organização Mundial do Comércio (OMC), que, em princípio, deve ser concluída ainda neste ano. Ao lado do ministro de Negócios Estrangeiros da Austrália, Alexander Downe, Amorim ressaltou que a negociação chegou a um ponto em que a margem de manobra dos principais negociadores se tornou limitada, o que torna mais imprescindível o impulso político."Há decisões difíceis a serem tomadas, especialmente para os que estão mais resistentes à abertura de mercados agrícolas e se valem de argumentos que já não são mais sustentáveis", afirmou o chanceler brasileiro, referindo-se à União Européia (UE). Amorim disse que não há ainda previsão de quando e como seria realizada a reunião de líderes mundiais.Questionado se poderia ocorrer em paralelo ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, neste mês, o ministro afirmou que não está "100% confirmada" a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na reunião de Davos, mas que essa seria uma época adequada para a realização do encontro de líderes.Já o chanceler australiano afirmou o primeiro-ministro, John Howard, ficaria contente de participar desse encontro e lembrou que a Austrália tem sido aliada do G-20 nas discussões sobre agricultura, na OMC. Downe disse ainda que é preciso pressionar para que a União Européia apresente um pacote aceitável sobre abertura do mercado agrícola.

Agencia Estado,

04 de janeiro de 2006 | 16h59

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