Amorim reforça interesse do Brasil pela Alca

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou hoje que a posição do Brasil em relação à formação da Área de Livre Comércio das Américas (Alca) continua exatamente a mesma. "A posição do governo brasileiro não mudou um pingo", disse. O País aposta nos chamados três trilhos: a negociação quatro mais um entre o Mercosul e os Estados Unidos, com discussão de acesso a mercados; negociação junto à Organização Mundial do Comércio (OMC) de temas sensíveis, como antidumping, no caso dos EUA e regras de investimento e propriedade intelectual, no caso do Brasil, e, por fim, a negociação com todos os países do continente, ainda que seja para a formação da "Alca light", que não englobaria todos os pontos importantes. "Queremos que a parte de acesso a mercados, e também de regras de investimentos e serviços, sejam no quatro mais um. E o que for importante e substantivo da parte normativa, tem que ficar na OMC", reiterou o ministro, que participou hoje da posse do subsecretário geral de América do Sul do Itamaraty, Luís Felipe de Macedo Soares, na sede do ministério.

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