Anac: embarque em Guarulhos está 30% mais rápido

O diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Marcelo Pacheco dos Guaranys, disse nesta quinta-feira, 6, que o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, registrou uma melhora de eficiência de 30% desde fevereiro. "Aumentamos em 30% a velocidade do fluxo de passageiros", afirmou.

RENAN CARREIRA, Agencia Estado

06 de junho de 2013 | 13h42

Esse ganho de eficiência se deu não apenas na qualidade do atendimento como na rapidez dos processos de embarque e desembarque. Guaranys citou como exemplo o pré-atendimento durante a passagem pelo raio X, em que funcionários explicam aos passageiros como proceder, já alertando-os se devem retirar o sapato ou o relógio e sobre o que pode ser levado a bordo. Ele destacou ainda a melhora do atendimento no check-in, com os passageiros sendo lembrados dos documentos que são necessários apresentar no balcão da companhia aérea.

A assessoria da GRU Airport, concessionária que administra o Aeroporto Internacional de São Paulo, informou ainda que, a partir de agosto, totens de check-in serão compartilhados entre as empresas aéreas. Nesses totens será possível fazer o check-in de qualquer companhia para viajar para qualquer lugar. O número de totens deve chegar a cem.

Diretores da Anac iniciaram nesta quinta-feira a vistoria dos aeroportos das cidades sede da Copa das Confederações: Brasília, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Fortaleza e Rio de Janeiro. Eles também vão vistoriar os terminais de São Paulo (Guarulhos e o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas), pois esses aeroportos são portas de entrada de turistas e delegações estrangeiras.

As vistorias fazem parte da Operação Especial da Anac para a Copa das Confederações, a maior já desenvolvida pela agência e que deve durar até 2 de julho. O objetivo das últimas inspeções é fazer a checagem final da preparação desenvolvida ao longo dos últimos quatro meses para o evento.

Guaranys iniciou a visita em Guarulhos e disse que os "aeroportos estão preparados". Ele reconheceu que a capacidade está aquém da demanda, mas investimentos estão sendo feitos para solucionar isso, "com melhorias operacionais dentro da infraestrutura que já existe".

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