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ANÁLISE: 'Não temos o que comemorar no superávit comercial de maio'

Para o presidente da Associação dos Exportadores Brasileiros, balança terá superávit em 2015 mais pela queda das importações do que pelo aumento das exportações

Francisco Carlos de Assis, O Estado de S. Paulo

01 de junho de 2015 | 16h10

SÃO PAULO - Mais importante que saldos positivos ou negativos em comércio exterior é a corrente de comércio de um país. E essa vem caindo no Brasil há quatro anos, segundo o presidente da Associação dos Exportadores Brasileiros (AEB), José Augusto de Castro, o que o leva a acreditar que não tem nada a se comemorar no superávit da balança de maio, de US$ 2,761 bilhões.

"No Brasil se dá muito valor para superávits ou déficits, mas o que importa para o comércio exterior é a corrente de comércio. Temos falado aqui na AEB que teremos neste ano um superávit negativo da balança comercial de US$ 5 bilhões", diz Castro. Ele explica que a associação vê os US$ 5 bilhões de superávit negativo porque ele se dará mais pela queda das importações do que pelo aumento das exportações.

A corrente de comércio brasileira, de acordo com o presidente da AEB deverá encerrar 2015 abaixo dos US$ 400 bilhões pela primeira vez em muitos anos. "Se US$ 400 bilhões é um patamar psicológico, vamos fechar abaixo deste valor", lamenta o executivo. De acordo com ele, na China por exemplo, o superávit da balança comercial neste ano deverá fechar em torno de US$ 200 bilhões, mas de acordo com ele, quando se trata do país asiático, se fala em exportações e importações de trilhões de dólares.

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