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Analistas do HSBC esperam queda dos juros

Os analistas do HSBC Investment Bank do Brasil acreditam que "apenas o surgimento de um fato novo muito grave" faria com que o Banco Central não cortasse a taxa de juros na próxima reunião do Copom, nos dias 18 e 19 de junho. Em relatório divulgado hoje, os economistas afirmam que a última ata do Copom, divulgada na quarta-feira, reforça a expectativa de um corte. Essa disposição, segundo os analistas, "certamente se reforçou" após a divulgação do resultado bastante positivo do IPCA-15 nesta semana. "Essa expectativa foi reforçada, a despeito da piora das projeções do Banco Central e do próprio mercado para a inflação para 2002 e 2003, em decorrência principalmente do comportamento esperado dos chamados preços administrados, sobre os quais a política monetária não tem influência direta", pondera o relatório do HSBC. Os economistas lembram que, apesar dessa piora, os preços livres têm mostrado um comportamento positivo desde fevereiro, quando recuaram de um pico de 0,64% para 0,45% e 0,24%. A favor da redução da Selic na próxima reunião do Copom, os analistas da instituição citam ainda o arrefecimento da atividade econômica nos últimos meses, destacando a queda da atividade industrial. "Esse desaquecimento deve contribuir para reduzir e postergar o repasse da desvalorização cambial recente para os demais preços da economia", diz o relatório.

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