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Animec pede o término da CPMF para ações

O presidente da Associação Nacional dos Investidores do Mercado de Capitais (Animec), Waldir Correa, acredita que a isenção da CPMF para o mercado de capitais é a peça chave de um conjunto de fatores necessários para o seu desenvolvimento. Segundo ele, a isenção do imposto irá ajudar bastante, "pois o investidor estrangeiro pensava duas vezes antes de entrar no mercado nacional", disse. No entanto, ele avalia ser difícil atingir os mesmos níveis de 1997. "Hoje, o dinamismo do mercado é muito maior do que naquela época", afirmou. Em 1997, a Bovespa presenciou um "boom" de negócios, quando o volume financeiro atingiu R$ 170,3 bilhões. Nos anos seguintes, o giro foi perdendo a intensidade. No ano passado, as transações somaram R$ 155,684 bilhões. Quando avaliados os montantes em dólar, a queda é muito mais expressiva, já que conta com o efeito da desvalorização cambial. Dos US$ 157,610 bilhões movimentados em 1997, o volume desabou para US$ 85,586 bilhões no ano passado. Hoje pela manhã, o diretor de Política Monetária do Banco Central, Luiz Fernando Figueiredo, disse que o Ministério da Fazenda deverá anunciar na próxima semana a eliminação da CPMF no mercado de capitais. Lei da S.As.Além do fim da CPMF, o presidente da Animec ressalta a importância da aprovação da nova Lei das Sociedades por Ações. "É preciso proteger os minoritários principalmente em casos de oferta e reestruturações", afirmou. "No exterior, todos os minoritários têm direito a voto e podem questionar, o que não acontece aqui."

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