Antaq aponta problemas em terminais de passageiros da AM

A maioria dos terminais de passageiros de transporte fluvial da Amazônia apresenta um padrão baixo de atendimento aos usuários, revelam os dados de um levantamento divulgado nesta quinta-feira, 20, pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). De acordo com o relatório, 81% das instalações na região amazônica apresentam um nível baixo de atendimento, enquanto 15% têm um padrão médio e apenas 4% dos terminais conseguem atender os passageiros em um padrão elevado de serviços.

EDUARDO RODRIGUES, Agencia Estado

20 de junho de 2013 | 10h05

Para obter essa classificação, a Antaq analisou variáveis como a adequação da infraestrutura dos terminais e seus acessos, a quantidade de mão de obra disponível nos locais e os serviços oferecidos aos passageiros. No levantamento, foram contabilizados desde o número de banheiros e telefones públicos até a existência de postos de polícia e de atendimento médico. Como a navegação de passageiros na região ocorre basicamente ao longo do Rio Amazonas e seus afluentes, os resultados também foram divididos com relação aos terminais dos Estados do Amazonas e do Amapá, além do Pará e sua capital, Belém.

A pior situação ocorre no Amapá, onde todos os 11 terminais avaliados pela Antaq registraram baixo padrão de atendimento. Já no Amazonas, das 30 instalações avaliadas pela agência reguladora, apenas uma apresentou nível elevado de atendimento e três delas registraram um padrão médio. Os outros 26 terminais do Estado tiveram nota baixa.

No Pará, nenhum dos 35 terminais avaliados apresentou nível elevado de atendimento, mas quatro deles conseguiram uma nota média da Antaq. As outras 31 instalações apresentaram um padrão baixo de serviços prestados. Já em Belém, dos 29 terminais avaliados, três apresentaram padrão elevado, nove registraram padrão médio e os demais 17 tiveram notas baixas da agência reguladora.

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