Paulo Giandalia/Estadão
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Empresa Quero esclarece que lote de extrato tomate proibido pela Anvisa já foi recolhido

A companhia informou que a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária referia-se a um caso de meados de 2016, e que publicação do Diário Oficial foi ato protocolar

Luci Ribeiro, O Estado de S.Paulo

20 de fevereiro de 2017 | 09h12

BRASÍLIA - A Quero Alimentos informou nesta segunda-feira, 20, por meio de nota, que a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que proibiu a comercialização de um lote de extrato de tomate fabricado pela empresa refere-se a um caso de meados do ano passado e que "já tomou as providências aplicáveis para retirar todo o referido lote do mercado em agosto de 2016, quando tomou ciência do ocorrido".

A empresa afirmou que a publicação do Diário Oficial desta segunda foi um ato meramente protocolar e ressaltou que, nos últimos anos, fez grandes investimentos em novas tecnologias para aumentar ainda mais a qualidade do tomate no campo e de seus produtos e que os rigorosos controles no processo produtivo garantem a eliminação de qualquer risco ou prejuízo à saúde.

Segundo a Anvisa, o laudo "apresentou resultado insatisfatório ao detectar matéria estranha indicativa de risco à saúde humana, pelo de roedor, acima do limite máximo de tolerância pela legislação vigente". 

A punição é sobre o "lote L. 11 07:35 do produto extrato de tomate da marca Quero, produzido por Heinz Brasil S.A (CNPJ 50.955.707/0004-72), localizada na Rodovia GO 080 Km 26, Nerópolis-GO".

Pela decisão da Anvisa, a empresa deverá recolher todo o estoque do lote insatisfatório existente no mercado. 

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