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Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Apesar da alta do petróleo, inflação fica estável nos EUA

Os preços ao consumidor mantiveram-se estáveis nos EUA em junho em conseqüência de queda dos preços no segmento de energia, a qual zerou a variação nos preços de alimentos e do setor imobiliário, divulgou hoje o Departamento do Trabalho do país. O núcleo, que exclui variações de preços no setor de energia e alimentos, subiu 0,1%. Os dados validam a opinião do Fed (banco central dos Estados Unidos) de que a inflação segue sob controle, apesar da apreciação nos preços do petróleo.Embora os preços do petróleo tenham chegado a nível recorde em junho, o governo disse que os preços pagos pelos consumidores pela energia caíram pelo segundo mês consecutivo, em 0,5%. Os preços da gasolina caíram 1,2% em junho e os preços do gás natural cederam 3,5%. Os preços da energia elétrica subiram 1,5%, entretanto, maior apreciação desde janeiro.Outro dado econômico positivo divulgado hoje foi o aumento de 1,7% nas vendas no varejo em junho. A alta foi atribuída, principalmente, aos descontos oferecidos pelas montadoras nos preços dos automóveis e pelo clima quente atípico para o período, que ajudou nas vendas de ar condicionados e roupas. As vendas de automóveis e peças para veículos cresceram 4,8% em junho, a maior alta desde maio de 2004.O Departamento de Trabalho informou ainda que o ganho semanal dos trabalhadores norte-americanos subiram, em média, 0,2% em junho, já contados os ajustes da inflação. Esse foi o maior crescimento desde janeiro.Reação do mercadoAs bolsas norte-americanas devem iniciar o dia em alta, já que os indicadores divulgados nesta manhã mostraram que a inflação está sob controle nos EUA, apesar da disparada dos preços do petróleo, e que o ímpeto de consumo dos norte-americanos permanece intacto. As informações são da Dow Jones.

Agencia Estado,

14 de julho de 2005 | 10h44

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