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Apesar de perdas na Ásia, bolsas européias abrem em leve alta

Índice Nikkei teve pior perda em um só dia desde os atentados de 11 de Setembro

Marcelo Crescenti, BBC

17 de agosto de 2007 | 07h19

As principais bolsas européias voltaram a operar em alta nesta sexta-feira, 17, apesar das grandes perdas nos mercados asiáticos. O índice Nikkei da bolsa de Tóquio teve uma queda expressiva de 5,4 % - a pior perda em um só dia desde os atentados de 11 de Setembro de 2001.    O Nikkei fechou o pregão com 15.273 pontos, o nível mais baixo desde agosto de 2006. O índice Hang Seng da bolsa de Hong Kong caiu em 1,4 %, enquanto a bolsa de Cingapura fechou com uma alta mínima de 0,36 %.        Veja também:   Em quase um mês, empresas brasileiras perderam US$ 209,7 bi   O sobe e desce do dólar Os efeitos da crise do setor imobiliário dos EUA    'Por enquanto', Brasil está seguro diante da crise, diz Lula       Seguindo uma tendência que começou com uma pequena recuperação da bolsa de Nova York de um lado e o mau desempenho das bolsas asiáticas de outro, os mercados europeus operam com uma leve alta nesta sexta-feira. Às 10h03 de Londres (6h03 de Brasília) a bolsa londrina operava em alta de 1%. Paris e Frankfurt registravam ganhos de 0,6 % e 0,01 %, respectivamente. No entanto, a crise no mercado de crédito imobiliário de risco nos Estados Unidos e o temor que ela freie a economia mundial continua gerando um clima de instabilidade nos mercados. De acordo com analistas, a notícia de que mais um banco americano poderá pedir falência indica que a situação ainda não está se normalizando. O banco First Magnus Financial, que tem 300 filiais em todo os Estados Unidos, anunciou o encerramento de suas atividades. "A crise ainda não acabou e ainda vai nos ocupar por várias semanas", afirma Konrad Becker, analista do banco alemão Merck Finck & Co. Em carta, a chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, disseram que mecanismos para evitar crises globais devem ser discutidos no próximo encontro do G8, o grupo dos maiores países industrializados.          BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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