Apoie uma empreendedora
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Apoie uma empreendedora

Para a mulher que se dedica ao próprio negócio alcançar o sucesso, poder contar com pessoas próximas nessa jornada pode fazer a diferença

Dell, Estadão Blue Studio
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20 de setembro de 2021 | 08h00

Ingrid Barth, fundadora do Linker, um banco digital voltado para empreendedores, sempre foi uma mulher bastante independente. Economista de formação, passou a maior parte da sua carreira dentro do mercado financeiro, mas um dia resolveu ter seu próprio negócio. Até os 35 anos, ela não pensava em casar e muito menos ter filhos. Seu foco era o trabalho.

No início deste ano, Ingrid perdeu uma tia bastante próxima e sofreu um estresse pós-traumático. Sua menstruação desregulou e ela parou por duas semanas de tomar pílulas anticoncepcionais, por indicação médica. “Foi o suficiente para eu engravidar”, conta.

Surpresas como essa acontecem na vida de muitas mulheres. Mas o que fazer quando elas são empreendedoras e seus negócios, como no caso de Ingrid, dependem delas para continuar a crescer? “A mulher precisa entender os pontos fortes que ela tem e o que a motiva. Porque a trajetória do empreender é árdua: com muitos tombos, erros e acertos”, explica Silvia Berger, estrategista de marca pessoal e desenvolvimento de carreira. “Porém, o que mantém as mulheres em suas trajetórias, na maioria das vezes, é o apoio de outras pessoas”, completa.

Ter com quem contar na vida pessoal é um dos segredos do sucesso de muitas empreendedoras. É a conhecida rede de apoio, que pode ser formada por amigos, familiares, parceiros, sócios ou qualquer um que entenda a importância desse papel.

A jornalista Carla Fiorito pode se considerar uma mulher de sorte nesse quesito. Desde que fundou o Pão de Queijo da Cidade, em 2019, vê a sua empresa crescer porque não está sozinha. A receita artesanal do seu produto veio da mãe, Maria. Priscila, uma de suas irmãs, viu o próprio restaurante fechar devido à pandemia da covid-19, mas faz questão de  contribuir com sua experiência nos negócios de Carla. “Sem elas, não existiria o Pão de Queijo da Cidade”, conta.

Carla também encontrou nos amigos tanto apoio que eles fazem parte, de certa forma, da história da empresa. “Um dos momentos mais legais que vivi até hoje foi quando convidei alguns amigos, amigas e a minha família para serem os ‘rostos’ da marca. Fizemos uma sessão de fotos em uma tarde de domingo e até hoje uso imagens que foram captadas naquele dia nas redes sociais”, lembra ela.

Entre quatro paredes

A sombra da desigualdade entre homens e mulheres que empreendem também está na busca de apoio dentro de casa. Segundo estudos da Rede Mulher Empreendedora, 52% das mulheres empreendedoras têm filhos para cuidar e 57% dos negócios delas não têm funcionários.

Quando a mulher que empreende tem um companheiro ou companheira dentro de casa, o mundo ideal seria encontrar nesta pessoa um porto seguro - seja financeiro, afetivo, emocional e, principalmente, na divisão das tarefas domésticas. Infelizmente, essa ainda não é a realidade na maioria dos casos.

No entanto, há boas exceções. “O Diogo, meu marido, tem um papel crucial na minha vida como empreendedora, não só como incentivador, mas também no trabalho de casa”, conta Tatiana Loureiro, proprietária da rede de lojas de sapatos que leva o seu nome. Com três filhos, o casal divide responsabilidades com naturalidade. “No início da pandemia, eu estava com minhas quatro lojas fechadas e ele foi com as crianças para o interior para que eu pudesse resolver o que fazer. Foram dez dias que eu fiquei sozinha”, conta ela. Tatiana é apaixonada pelo tema  empreendedorismo feminino. Tanto que criou um canal no YouTube chamado “Empreendedora no Divã”, no qual compartilha as dores e as delícias dessa jornada no universo dos negócios.

A empreendedora Carla também revela que seu marido, Daniel, faz a diferença no dia a dia. “Por sermos de áreas diferentes, ele traz um olhar de executivo e me orienta com os números do negócio”, diz. “Além disso, muitas vezes ele cuida do nosso filho para que eu possa trabalhar”, completa.

E a Ingrid? Bem, ela casou e o nascimento de sua primeira filha, Maya, está previsto para outubro. Com mais flexibilidade, seu marido, Gustavo, pretende ficar três meses em casa com a bebê e dividir os cuidados com a sogra, Rita.

Ingrid ainda não sabe como será sua nova rotina nem quanto tempo poderá ficar fora do banco que lidera - apesar de seus dois sócios a incentivarem a curtir a maternidade. “Penso em tirar licença de um mês e, aos poucos, ir voltando”, planeja. Mas, como a vida de uma empreendedora é cheia de surpresas, tudo pode mudar num piscar de olhos. A diferença agora é que ela sabe que não está sozinha.

Redes de apoio femininas

Fora do núcleo familiar, a empreendedora pode encontrar em outras mulheres a troca de experiências necessária para o crescimento dos negócios. Existem muitos grupos destinados a isso, como o Dell Women’s Entrepreneur Network - DWEN (www.dell.com.br/dwen), da Dell Technologies - uma rede de capacitação de mulheres empreendedoras para o crescimento de seus negócios por meio do poder da tecnologia, da expansão das redes de contato globais e do acesso ao capital.

O Movimento Aladas (www.aladas.com.br) é outra alternativa interessante para mulheres que pretendem ingressar no universo do empreendedorismo. O projeto oferece cursos, encontros e inspirações, além da oportunidade de mentorias.

 

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