Após atrasos, governo começa a pagar seguro-desemprego com reajuste

A maior parcela que o trabalhador pode receber passou de R$ 1.542,24 para R$ 1.643,72; menor parcela não pode ser inferior ao salário mínimo de R$ 937

O Estado de S.Paulo

17 de janeiro de 2017 | 19h10

Atrasado desde o último dia 11, o pagamento do seguro-desemprego com as parcelas reajustadas pelo novo salário mínimo (de R$ 937,00) e com a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), começou a ser pago nesta terça-feira, 17, nas agências da Caixa Econômica Federal. 

Segundo o Ministério do Trabalho, os depósitos do benefício serão realizados de acordo com o número final do PIS do beneficiário. 

Quem tiver o número do PIS terminando em 1 e 2 pode fazer o saque a partir desta terça-feira, 17. Aqueles trabalhadores que tiverem o documento com final 3 e 4, a partir do dia 18 de janeiro. Trabalhadores com PIS com final 5 e 6, no dia 19 de janeiro. Sete e 8, no dia 20 de janeiro. E aqueles com PIS terminando em 9 ou 0, no dia 21 de janeiro.

 

 

A maior parcela que o trabalhador pode receber passou de R$ 1.542,24 para R$ 1.643,72. A menor parcela não pode ser inferior ao mínimo de R$ 937,00.

A correção dos valores vale para todos os trabalhadores demitidos sem justa causa, pescadores artesanais em período do defeso, trabalhadores resgatados em condições análogas ao trabalho escravo e profissionais com contratos de trabalho suspenso.

Cálculo da parcela. O valor da parcela do seguro-desemprego considera a variação do INPC, divulgado no dia 10 de janeiro. A variação do INPC tem como base os 12 meses de 2016. Para calcular o valor da parcela, basta fazer a média do salário dos últimos três meses anteriores à dispensa e aplicar as fórmulas a depender do valor. Todos aqueles com salários superiores a R$ 2.417,29 recebem parcelas de R$ 1.643,72. / AGÊNCIA BRASIL

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