Após discurso, 51% aprovam medidas de Obama para economia

Cerca de 6 em cada 10 americanos temem perder emprego, aponta pesquisa; presidente tem apoio de 52%

Agência Estado e Dow Jones,

15 de setembro de 2009 | 18h36

Apenas um dia depois do discurso em Wall Street, uma nova pesquisa mostrou um apoio tímido dos americanos à forma como o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, conduz a economia do país. De acordo com uma pesquisa do Washington Post, 51% dos americanos aprovam a forma como Obama conduz a economia e apenas 39% estão de acordo com o tratamento dado pelo democrata ao déficit orçamentário dos EUA.

 

Veja também:

especialESPECIAL: Saiba quais foram os principais fatos desde a quebra do Lehman Brothers

especialPIB cresce 1,9% e Brasil sai da recessão

especialDicionário da crise 

especialComo o mundo reage à crise

 

A morna receptividade à performance de Obama no campo econômico foi constatada pela sondagem apesar de indícios segundo os quais, aparentemente, o pior da atual crise já pode ter passado. Quase seis em cada dez americanos estão preocupados com as possibilidades de perda de emprego ou de redução de salários no decorrer dos próximos meses, prosseguiu a sondagem.

 

Na segunda-feira, em Nova York, Obama observou que algumas pessoas em Wall Street estão ignorando as lições da crise financeira e exigiu uma nova era de prudência depois de anos de excessos sem supervisão. Um ano depois da falência do Lehman Brothers, Obama também pediu ao Congresso a promoção de reformas regulatórias para impedir a repetição da situação.

 

Na segunda-feira, Obama obteve sua melhor marca desde meados de julho - 52% - na pesquisa de aprovação presidencial realizada pelo instituto Rasmussen. Segundo o instituto, o apoio à reforma no sistema de saúde encontra-se no maior nível desde o início do rastreamento, no fim de junho, mas a maioria em favor de Obama ainda é tênue.

Tudo o que sabemos sobre:
Barack ObamaEUAcrise financeira

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.